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segunda-feira, 6 de junho de 2011

ANÁLISE DOS RESULTADOS

Relativamente ao agradecimento ontem realizado importa hoje comentar com maior precisão os resultados no nosso Distrito. Reitero antes do mais o agradecimento aos nossos votantes pelo aumento de 248 votos relativamente às legislativas de 2009, sendo importante sublinhar que, apenas num concelho, o de Coruche se perdeu um voto. Em todos os demais o PNR alargou a sua votação sendo importante realçar o crescimento no concelho sede - Santarém - e sobretudo nos concelhos onde o PNR triplicou a sua prestação eleitoral: Alpiarça (tradicional bastião comunista), Constância, Ferreira do Zêzere, Ourém e Rio Maior.

Uma vez mais, a todos os Ribatejanos que depositaram a confiança neste projecto, o meu obrigado pessoal e a certeza de que a chama continuará a crescer no nosso Distrito.

O Cabeça de Lista por Santarém

Humberto Nuno de Oliveira

quinta-feira, 31 de março de 2011

DE NOVO À LIÇA

Face às vizinhas eleições legislativas o PNR apresentar-se-á nas mesmas. Como no passado pretendemos concorrer no Distrito de Santarém. Se te interessa participar no resgate de Portugal, o PNR precisa da tua candidatura. Contacta-nos para pnrsantarem@gmail.com.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2005

É FARTAR VILANAGEM!

Segundo reza a história terão sido estas as últimas palavras de D. Álvaro Vaz de Almada, conde de Abranches, herói da batalha de Alfarrobeira (1449), no momento supremo em que se perdia para a vida mas franqueava as portas para a fama eterna. Acossado pelos numerosos adversários incitava, assim, a que o ferissem mais profundamente.

Num momento em que nos querem confrontar perante a “escolha” entre os que não foram capazes de nos tirar da crise (PSD/PP), os que nela nos meteram (PS) e os que eventualmente fariam pior se lá estivessem (restantes partidos com pretensões governativas e visibilidade mediática), recordo e evoco as proféticas palavras do conde de Abranches.

Chega-nos a surpreendente (será?) notícia que desde a dissolução do parlamento, em 30 de Novembro de 2004, têm sido nomeados cerca de 57 novos funcionários públicos por dia, assessores deste, chefes de gabinete daquele outro, enfim… a habitual partilha dos despojos (confesso que tomo por fiável a notícia e publicamente admito que não fiz o trabalho de casa confirmando a exacta veracidade dos números no Diário da República, por … razões de sanidade pessoal). Nada de novo, infelizmente a tal os portugueses já se habituaram. Assim foi no crepúsculo do anterior governo PS e seguramente nos antes dele. Enfim, sina da nossa desdita colectiva. Não nos espanta igualmente, que por razões “eleitoraleiras” o PS, qual dama ofendida, venha agora denunciar tal escândalo. O que nos deveria indignar é que tal seja, não obstante a real crise nacional (restrições na administração pública, baixos salários, péssimas reformas, etc.), prática aceite e corrente por todos aqueles que se alimentam das lentilhas servidas lá para os lados de S. Bento.

Trata-se de um acordo (não lhe chamarei de cavalheiros pois duvido que o termo seja adequado) entre os grandes, aceite e estabelecido que, verdadeiramente ninguém seriamente questionou. Acreditem e investiguem se os jobs para boys e girls do PS foram, depois de explorados como escândalos na campanha eleitoral pelo PSD/PP, postos em causa e esperem para ver se as demissões de tão escandalosas nomeações, após uma eventual vitória do PS no próximo dia 20 de Fevereiro, irão ocorrer a igual ritmo. Claro que não! Como bandeira de campanha serão agitados, mas tudo morrerá no momento seguinte.

Assim o determina o sistema! É fartar vilanagem.

Humberto Nuno de Oliveira

Cabeça de lista por Santarém pelo PNR