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sexta-feira, 23 de setembro de 2005

QUALQUER DIA VOU-ME EMBORA... OU SOBRE O TURISMO EM LISBOA

Pois é, estimados camaradas e leitores. Qualquer dia emigro de Lisboa (a não ser que nas próximas eleições de dia 9 o PNR assuma o controlo da autarquia lisboeta). Então não é que, de acordo com o “Diário de Notícias” de hoje (p. 32) um Congresso vai estudar os meios de apostar no turismo ‘gay’…

Pensava eu, na minha proverbial ingenuidade que, o turismo servia para, antes do mais para, em ambiente de repouso e/ou lazer, alargar os horizontes e dar-nos a conhecer belas realidades diversas da nossa…afinal parece que tudo se resume ao que bem sabemos (ai a reportagem “Orgias Gay. Tudo às escuras” – Grande Reportagem 254 17.09.05 a que “ando a fugir”…). Mas porque interessará Lisboa em especial aos ‘gay’, porque não Ulan Bator? Ou que “encantos” quererá a cidade disponibilizar para os cativar?

E, a não valerem os encantos de Lisboa por si mesmos, porque não então diversicar a oferta. Lisboa para invisuais, Lisboa para marinheiros, Lisboa para bombeiros, etc…

Confesso que esta mania desses ditos ‘gay’ se auto segregarem (criando um mundo à sua medida) para depois nos atirarem à cara a homofobia me confessa a irritar.

Porque não “heterosessuais visitem Lisboa”? Parece-me, pessoalmente, mais normal…

Mas há mercados a explorar, é certo, por mim acho que se deve investir no turismo dos letãos, são gente bem comportada, civilizada, educada e bonita…Questões de gostos…

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

DESFAZENDO EQUÍVOCOS...

Alguns camaradas enviaram comentários, um deles pelo menos anónimo (e todos os leitores do Santarém-Nacional sabem o que penso dos anónimos...), sobre o Dr. Miguel Castelo-Branco, que parece se tornou ultimamente motivo de "combate" na "blogosfera". Os que me lêem conhecem-me, e não duvidarão da minha coragem e posicionamento político, por isso irão seguramente permitir-me alguns comentários.

Há poucos dias atrás escrevi num comentário à nossa Manifestação de Sábado passado no Santos da Casa: "Claro podemos sempre cruzar os braços, esperar que o "nirvana" ideológico invada a "direita" e deixar Portugal afundar-se mais...
Só com todos os nacionalistas poderemos erguer o movimento nacionalista ou então permanecermos nos grupelhos de vão de escada que praticam autofagia para gáudio da esquerda.
"
Os que ouviram o meu discurso de encerramento sabem bem o que penso, dispenso-me pois de comentar o que então proferi. Relembro apenas que, independentemente das minhas convicções político-filosóficas pessoais (que pouco interessam e menos conhecem…), sempre me tenho batido por congregar as sinergias do movimento nacionalista. Independentemente das minhas convicções pessoais (volto a sublinhar) venho, ao longo dos anos, demonstrando igual respeito e mesmo acarinhando as tendências mais revolucionárias e as mais moderadas no seio do nosso movimento. Nunca tive problemas em ser amigos dos “skins”, quando isso, tantas vezes, me trouxe gravíssimos problemas profissionais e pessoais (nos idos de 90 tive a minha casa revistada, telefone sob escuta e ficha na DCCB, pois, alegadamente, seria o mentor ideológicos dos mesmos...), e assim continuarei. Acho que todos sabem que podem ter em mim interlocutor sincero, fiel e camarada. A ter algum mérito a minha militância de dezenas de anos, que seja esse!

Tento sempre compreender todos. Compreendo os de mais “sangue na guelra”, como compreendo aqueles que após anos de militância (por exemplo o MCB, preso durante meses em presídio militar pelas suas posições políticas nacionalistas e espancado por militantes do PSR, entre muitas outras considerações políticas abonatórias que dele poderia fazer) se pretendem desligar do mundo político, do mundo político activo sem que por tal os devamos considerar traidores. Seguramente, posso afirmá-lo, que MCB já votou PNR, seguramente que, podendo ser pontualmente nosso adversário, não é nosso inimigo (fomos colegas de curso e de inúmeras cruzadas políticas, conheço-o, pois, filosófica e ideologicamente, bem), conheço-lhe a coragem (tantas vezes tivemos de enfrentar centenas de comunistas hostis na FLL, e não éramos senão 4…), não é, pois, pessoa para se ocultar na cobardia do anonimato, defeitos, terá, como todos nós.

Não percebo pois a necessidade autofágica que frequentemente nos assola…e há, de facto, para aí tanto traidor e inimigo…o que não falta é gente que nos odeie.

Temos que contar com os que estão connosco, é certo. Num interessante “post” a Portvguesa chamou a atenção para os "manifestantes de sofá". Parece-me, sim, que aí temos um problema que nos deva preocupar e sobre o qual teremos que reflectir.

Um último apelo a todos de nós que alguma responsabilidade política possamos deter: nesta caminhada dura que em boa hora decidimos fazer, ao contrário do que se passa com os esquerdistas, os nossos actos nunca são individuais, tenta-se sempre, se necessário através da invenção (lembra-me há muitos anos atrás a obsessão de se inventar um movimento “skinhead”, quando ele não existia – pura e simplesmente – existiam “skinheads” e não-skinheads que partilhavam espaços [Tapadinha, Bairro Alto, etc.] e que em comum tinham preocupações nacionalistas) de grupos ou organizações, mais grave se torna, pois, quando elas existem, assim, pensemos bem no que actos “individuais” podem trazer de prejuízo ao movimento.

Que a “blogosfera” sirva de afirmação de ideias e da nossa superioridade e não um espelho da imundice da baixa e reles forma de fazer política que campeia lá para os lados de S. Bento.

Um abraço do Vosso Camarada

Humberto Nuno de Oliveira

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

"O DIABO" NÃO FALHA...

Ligou-me ontem uma atenta camarada dizendo-me que lhe parecia estranho que “O Diabo” nada tivesse publicado sobre a nossa Manifestação de Sábado. Ainda não tinha lido o jornal e lá lhe expliquei que o nosso jornal não tem uma equipa tão numerosa e que provavelmente, embora a tivesse noticiado, não teria dela feito a cobertura.

Porém, lendo o jornal à noite vejo que o meu amigo, notável prosador de fino humor, Walter Ventura, não deixou passar em claro esse evento.

Aqui vai pois, para todos aqueles que ainda não compram o único semanário que vale a pena em Portugal, o comentário dado à estampa (pp. 16-17):

“Fora este festival filosófico [por a parte anterior da prosa versar o inefável Carrilho], da semana agora quase finda só vejo a manifestação que alguma malta porreira entendeu realizar no alto do Parque Eduardo VII contra a mariquice que nos invade. E bem pode dizer-se não me lembrar de sítio mais adequado já que, como todo o alfacinha sabe de ciência certa é local onde, desde que o sol se põe, malta da pesada, a coberto das sombras e das moitas dá largas ao seu orgulho de ser diferente e celebra essa diferença de formas que, pobre de mim, só me envergonhariam não só perante terceiros mas muito principalmente ante mim mesmo.

Em todo o caso, para cumprir os cânones que a moda da correcção política impõem, não quero aqui deixar de garantir nada me mover contra o homossexualismo que por aí campeia à descarada.

Quero lá saber!

No fundo, é lá com eles e, exercessem o vício com a discrição que o pudor impõe, nada mais me moveria do que a piedade por seres marcados física ou psiquicamente. Nem sequer me insurgiria contra os almejados «casamentos» se não teimassem em atirarmos à cara como coisa natural e desejável.

O que me chateia é a desvergonha, a amoralidade, a intenção nem sequer escondida de tudo nivelar lá pela bitola rateira onde se acoitam.(…)”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2005

DEVER CUMPRIDO!



Seríamos 400 e tal, rondando mesmo os 500, os que, uma vez mais, não nos negámos a dizer: Presente! Poderemos ser ainda poucos, mas não baixaremos os braços, não assistiremos passivamente à destruição de Portugal e dos seus valores.
Os intolerantes os portuguesofóbicos ou nacionalistofóbicos presentearam-nos com alguns papéis demonstrativos do seu humor, mostrando quem são os intolerantes... (mas sobre o tema da homossexualidade prometo voltar hoje ou amanhã a respeito de uma investigação surgida na "Grande Reportagem" este fim de semana).
A nossa manifestação decorreu ordeiramente, como é nosso timbre, nada havendo a dizer por parte da Polícia, com quem sempre prontamente colaboramos, embora o SIS não vigie o que devia e sempre eleja os manifestantes nacionalistas como os mais perigosos a vigiar...
Uma vez mais faltaram muitos que não tiveram coragem de aparecer... mas como na ocasião disse só fazem falta os que lá estiveram...os outros carpirão no futuro as mágoas da sua falta de coragem.
P.S. Algum camarada filmou as intervenções de abertura e encerramento?

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

É JÁ AMANHÃ!!!


É já amanhã que, pelas 15 horas, sob a bandeira que a CML fez o favor de hastear no alto do Parque Eduardo VII nos iremos manifestar pela defesa das nossas crianças, contra o lóbi gay, a adopção de crianças por homossexuais e contra a pedofilia. Esta manifestação não é homofóbica, como se pretendeu afirmar, pois não se dirige contra os homossexuais, mas antes contra uma cultura generalizade de homofilia que se quer impor à sociedade como a normal e desejável.
Que o lóbi existe afirmaram-no conhecidos homossexuais, se dúvidas houvesse. É contra ele que lutaremos.
Amanhã todos à Manifestação, demos, uma vez mais, o carácter ordeiro e organizado das nossas inicativas ao contrário de outras tão toleradas da extrema-esquerda. Pela elevação o Povo acabará por compreender a verdade que infames campanhas jornalísticas pretendem ocultar.
Por Portugal e pelos Portugueses, todos à Manifestação.

A MANIPULAÇÃO, A MENTIRA E A ESTUPIDEZ

Do vermelho das armas, fogem atordoados os dragões de prata dos avoengos algarvios envergonhados pela manipulação, a mentira e a estupidez provocadas pelas fantasias sociológicas.
Que o Bloco de Esquerda fala frequentemente do que não sabe e não fala (de tanta coisa “interessante”) daquilo que sabe, já todos o sabemos. Mas como caiu em graça da comunicação social, e mais vale cair em graça do que ser engraçado, tudo lhes vai sendo permitido: até, pelos vistos, mentir descaradamente. Numa busca de mediatismo que contrasta com a temperança e tranquilidade que pareciam ser seus atributos, uma sua deputada veio a terreiro para, a coberto da tal comunicação social que lhes ouve os desvarios, dizer uma série de inverdades, que a não serem motivadas pela tal desenfreada busca de mediatismo, mereceriam firme procedimento criminal.
No Portugal Diário de ontem (15.09, 21:39) afirmava aquela deputada que “A manifestação é promovida por entidades e grupos que no passado já provocaram mortes”. Esta afirmação leviana, de suma gravidade, é como não ignorará quem a proferiu, uma descarada MENTIRA. O Partido Nacional Renovador é a única entidade organizadora de tal manifestação e ao mesmo não se adequam as torpes acusações proferidas. Custará, porventura, àquela deputada que a mesma seja promovida por uma organização tão legal como o seu BE, embora seguramente melhor, acrescentamos nós, mas essas concepções esquerdistas de “democracia” conhecemo-las demasiado bem…
Mas se porventura pretende referir, ainda que não tenha coragem de o afirmar publicamente, que haverá apoiantes do PNR que se enquadram em tal perfil, a soez colagem merece apenas dois reparos:
<!--[if !supportLists]-->1) <!--[endif]-->A existirem pessoas com tal perfil, as mesmas já pagaram com a privação da sua liberdade pelos actos cometidos, encontrando-se assim, livres do labéu que motivou tal condenação, ou será que a linda conversa da integração social dos ex-presidiários é só conversa para “ficar bem na fotografia” ou para os amigalhaços do BE, seja qual for o seu crime?
<!--[if !supportLists]-->2) <!--[endif]-->Porque será que, com conivência da comunicação social, o fantasma dos perigosos indivíduos para a sociedade só é imputado ao PNR? Não existem condenados nos outros partidos? Que pena tais dados não serem públicos, que surpresas nos estariam reservadas. Aposto que se a malta das FP-25 apoiasse o “berloque” seriam recebidas de braços abertos… Até há ex-terroristas a apoiar um candidato às presidenciais… Mas é claro, no seu mundo maniqueísta eles são os “bons” e nós os “maus”, nada de mais, conhecemos de gingeira os “amanhãs que cantam”…
Na ânsia de defender o indefensável aquela deputada dá-nos ainda a conhecer que, segundo a sua perspectiva distorcida, há um “gheto” na cidade de Lisboa, local de auto-segregação: o Príncipe Real (para onde aliás a manifestação se não dirige; conviria ao menos fazer bem o “trabalho de casa”…), parece ser zona não permitida aos não gay nesta cidade…Ora francamente já não há paciência para a manipulação, a mentira e estupidez…

terça-feira, 13 de setembro de 2005

MANIFESTAÇÃO JÁ AUTORIZADA



O Governo Civil de Lisboa já apreciou e autorizou o nosso pedido de manifestação para o próximo Sábado.
Todos ao alto do Parque Eduardo VII pelas 15 horas.
Não faltes!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2005

MILITÂNCIA E DIVULGAÇÃO


O que falta desta semana e a próxima vão por à prova a nossa capacidade de mobilização. Todos nos devemos empenhar na recolha de assinaturas lançada pela Maria Lopes e a que se associou a nossa Juventude Nacionalista e divulgar activamente a nossa manifestação de Sábado, dia 17 de Setembro.
Recolhamos o máximo de assinaturas e divulguemos ao máximo a nossa manifestação. Não tenhamos ilusões, não teremos o mediatismo (os jornais do sistema já perceberam o quanto ajudaram ao nosso sucesso), que nos foi na altura dispensado.
A tarefa é grande mas o motivo é sem dúvida do interesse dos Portugueses!

terça-feira, 6 de setembro de 2005

NO "DN" DE HOJE

Na página 11 do "Diário de Notícias" de hoje a respeito das eleições autárquicas para a capital escreve-se:
PS e CDS partilham preocupações

Olha que grande novidade acrescentou eu!!!

sexta-feira, 2 de setembro de 2005

NIETZSCHE SOBRE A EUROPA HÁ 120 ANOS

"a luta contra a opressão cristiano-eclesiástica exercida desde há milhares de anos (...) criou na Europa uma maravilhosa tensão de espírito que nunca havia existido na terra: e com um arco tão fortemente tenso é possível agora atirar aos alvos mais longínquos. É verdade que o homem da Europa sente esta tensão como um mal e, por duas vezes, fizeram-se amplas tentativas para afrouxar o arco: primeiro, pelo Jesuítismo e em seguida pelo Iluminismo democrático. (...) Mas nós (...) bons europeus e espíritos livres, muito livres - possuímos ainda todo o mal do espírito e toda a tensão do seu arco! E talvez também a flecha, a missão e, quem sabe? o alvo..."
(Para além do bem e do mal)

quinta-feira, 1 de setembro de 2005

FALTAM 17 DIAS...



Começa a contagem decrescente para a manifestação convocada pelo PNR em defesa das crianças portuguesas. O mote principal é contra a possibilidade de adopção de crianças por "casais" homossexuais e consequente lóbi gay e pela exigência da pena máxima para crimes de pedófilia.
Que ninguém falte no dia 17 pelas 15 horas em Lisboa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2005

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO...???

Após escutar as declarações de ontem do ministro da Administração Interna creio bem que dificilmente vivemos no mesmo país. Reputa o referido governante (da tal maioria que foi eleita à custa de uma mentira qualificada, como muito bem referiu a Profª. Maria Filomena Mónica) que a legislação actual é demasiado restritiva e causa demasiados problemas aos imigrantes. Embora o 1º de Abril ainda venha longe, só pode ser uma mentira...
Teme-se, pois, o pior sobre as regras as serem apresentadas ao parlamento até ao final do ano...
É fartar vilanagem...

terça-feira, 30 de agosto de 2005

NA IMPRENSA...

Preocupações demográficas - O "Diário de Notícias" de ontem publicou um interessante artigo do físico Sergei Kapitisa sobre a implosão da população na Rússia. Nele se aborda um drama comum a muitas sociedades europeias: o declínio rápido da população (entenda-se a própria).
Insiste aquele Professor do Instituto de Física de Moscovo, que urge retomar as antigas concepções de que "todas as actuações, todas as leis deveriam ser estudadas nos termos de ajudarem a preservar o povo".
Constatando que na Rússia actual uma subcultura do crime ameaça atingir o estatuto de cultura oficial, assume que a crise russa é uma manifestação de uma crise de ideias que tudo afecta, sobretudo a taxa de natalidade.
"A preservação do povo" exige nada mais nada menos que os nossos homens cuidem deles próprios de forma a poderem cuidar devidamente das nossas crianças.
Tantos paralelismos, tantas preocupações comuns assolam a Europa...

Ao lado... - Mesmo ao lado do artigo anterior o Engº João Cravinho ensinou-nos (dado o seu conclusivo "Já se percebeu?") sobre "Fachada atlântica, Ota e TGV". A espaços até lá encontramos coisas certas (importa valorizar a nossa posição como fachada atlântica europeia), mas outras são claramente contraditórias (como quer valorizar essa fachada ignorando, por exemplo, o porto de Sines???). Sobretudo importa anotar que, tendo o Engº Cravinho reconhecido que, no espaço onde nos situamos existe "uma Espanha com grande visão estratégica", Portugal não tenha querido, ou conseguido, desde há dezenas de anos definir claramente quais são os seus objectivos nacionais permanentes... é que sem eles, ao contrário do que se passa em Espanha, nenhuma estratégia será consequente.
Não basta pois, qual magister (ou mago tirando da cartola um coelho de circunstância), afirmar que relativamente aos temas versados na sua prosa "o enquadramento próprio à sua decisão não é conjuntural. É estrutural. Não é táctico. É estratégico". Tudo isso está certo... mas falta fazer o trabalho de casa: o quer ser Portugal e os portugueses e, meus amigos, essa dolorosa decisão vem sendo adiada há muitos anos... demasiados mesmo. E sem isso entramos apenas na gestão corrente do negócio público em que temos vivido. Oxalá não venhamos a ter que assistir ao cenário traçado pelo Dr. Jardim...

Estará a ACIME atenta? - Tememos que, com as declarações de hoje ao "O Diabo" o industrial Adolfo Roque (Presidente da "Revigrés"), seja obrigado a medidas idênticas às aplicadas ao nosso camarada Carlos Branco. Então não é que teve a ousadia (ou será heresia, ou racismo???) de afirmar que "a China é uma ameaça para Portugal".
Aplaudimos a lúcida entrevista deste nosso industrial e sinceramente esperamos que os atentos censores da ACIME estejam, desta feita, mais desatentos...

segunda-feira, 29 de agosto de 2005

O CULTO DO ANORMAL...

O termo anormal, define (com todas as limitações e eventuais imprecisões) tudo aquilo que não pertence à normalidade, sendo esta ditada por um conjunto de normas e valores aceites por uma dada sociedade. Concorde-se ou não... sem que tal implique, necessáriamente, considerações de carácter negativo.
Verifica-se, porém, nos nossos dias um autêntico trabalho de "sapa" que visa a transformação do anormal em normal ou mesmo, ainda mais grave, em algo desejável, imitável ou mesmo objecto de culto.
Surgem estas notas a respeito de mais um programa projectado para a nossa já decadente televisão o "Esquadrão G", trata-se de mais uma aberração que visa promover a massificação dos desígnios do lóbi gay.
Militante e oportuna, como convém, a Juventude Nacionalista avançou com um abaixo-assinado que visa impedir a exibição de tal produto pelas nossas televisões.
Façamos o que está ao nosso alcance para impedi-lo... antes que aquilo que já foi proibido, crescentemente tolerado passe a ser obrigatório...

sexta-feira, 12 de agosto de 2005

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL DO PNR

PNR VÍTIMA DE UM CASO DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

O delegado do PNR no Porto, Carlos Branco, foi constituído arguido e encontra-se desde o passado dia 8 de Agosto sob Termo de Identidade e Residência por motivo de uma campanha que aquela distrital promoveu em defesa do comércio tradicional português.
A campanha, que apelava ao “boicote ao comércio e produtos chineses”, foi considerada «racista» pelos (simpáticos cavalheiros) indivíduos do Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME), que apresentaram queixa na Polícia Judiciária. Carlos Branco alegou que a campanha não tinha por alvo os chineses enquanto pessoas ou comunidade, mas apenas os produtos importados da China e vendidos em território nacional, e que são fabricados com recurso a mão-de-obra infantil e num total desrespeito aos mais elementares direitos humanos — numa situação de clara concorrência desleal.
As medidas de coacção aplicadas configuram inegavelmente um caso exemplar de perseguição política. Tão estranho quando certos grupos de esquerda, na sequência da invasão do Iraque pelas tropas dos Estados Unidos, solicitaram o boicote de produtos americanos, não vimos indignação dos senhores do Alto Comissariado, nem quaisquer medidas coercivas.
Vemo-las agora, num ambiente de perseguição política contra o PNR e seus representantes, por estes sufragarem uma ideia comum a boa parte dos Portugueses: a defesa do comércio tradicional face à invasão de produtos chineses.

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

MOVIMENTO 560



O sempre bem informado camarada Duarte no seu Pena e Espada trouxe-nos novas do interessantíssimo movimento 560 que defende a compra dos produtos feitos em Portugal. Como primeira impressão parece-me de todo o mérito e pessoalmente já sei o que irei estampar nas "t-shirts" (bem sei que isto não é nada português...mas generalizou-se...) deste Verão. Ora sigam lá o exemplo e ajudemos o 560!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2005

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL DO PNR

PNR RECLAMA PRISÃO EFECTIVA PARA INCENDIÁRIOS


Ante a apatia das autoridades perante mais uma vaga de fogos que ciclicamente devastam as florestas do nosso país, o PNR, para além de lamentar a inexistência de uma correcta política florestal, vem reclamar junto dos governantes a coragem necessária para promover a alteração do Código Penal, com vista ao substancial agravamento das penas previstas por fogo posto (que no máximo, o que jamais acontece, só pode ir até aos 10 anos) e que em caso algum a pena possa ser substituída por qualquer outro mecanismo, quer para os autores materiais, quer para os seus mandantes.

Os portugueses e o PNR não se podem conformar que, não obstante o inferno que todos os anos assola o nosso País, não haja nenhum incendiário desde 1998 a cumprir pena de prisão por tão hediondo crime.

quinta-feira, 28 de julho de 2005

ÚLTIMAS CÁ DO BURGO... Recebidas por mail...

Animado pelo anúncio da recandidatura de Mário Soares à Presidência da República, o nosso querido Eusébio já confirmou o seu regresso à Selecção. Por seu turno, António Calvário começou a ensaiar o tema que vai levar ao Festival da Eurovisão de 2006. No caso de Rosa Mota, a atleta portuense reconheceu não ter tempo para se preparar devidamente para os Jogos Olímpicos, a disputar na Alemanha em 2008, pelo que resolveu adiar o seu regresso para os Jogos de Paris, em 2012, nos quais participará como maratonista...

sexta-feira, 22 de julho de 2005

QUE FARÁ O SR. BENSAÚDE???

Há poucos meses atrás (e, obviamente, sem querer defender o anterior governo, tão mau como este…) o Sr. Bensaúde resolveu meter o país numa fantástica embrulhada…alegando exactamente o que nunca bem explicou.

Agora que os motivos são, evidentemente, tão ou mais graves que os anteriores e além do mais decorrido tão pouco tempo depois de empossado o novo governo (será que já teria mesmo terminado o denominado período de estado de graça?), que irá fazer o, cada vez mais, presidente de alguns portugueses?.

terça-feira, 19 de julho de 2005

NA IMPRENSA...

SOMOS TODOS RACISTAS – Assim começa a crónica de Isabel Stilwell directora da “Notícias Magazine” (edição 686 de 17 de Julho), a propósito dos recentes acontecimentos em Londres, uma interessante crónica da qual, com a devida vénia, transcrevemos o seguinte:

Somos todos racistas. E suportamos mal a diferença. A cor é apenas a mais óbvia, aquela que «salta aos olhos», mas se formos capazes de uma autocriticazinha rapidamente percebemos que dividimos o mundo em irmão, meios-irmão, primos direitos, em segundo, terceiro ou quarto grau, guardando ainda um canto para aqueles que não nos são nada, ou quase nada. Os atentados de Londres tocam-nos mil vezes mais do que as explosões que todos os dias abalam o Iraque, e matam gente tão inocente como aquela que naquela manhã apanhou o metro. Mas a verdade é que a dor só se torna tão mais próxima quanto mais próximas de nós forem as vítimas. Horas depois das notícias dos ataques em Inglaterra, as rádios e as televisões davam conta dos contactos feitos junto de embaixadas e consulados para saber se algum dos «nossos» teria sido apanhado na tragédia. Para suspirarmos de alívio quando o ferido afinal era colombiano, ou seja, um primo já afastado, merecedor da nossa solidariedade, com certeza, mas não das nossas lágrimas.

Deixo os comentários aos estimados leitores.

POST DE VERÃO – Sob o título “A praia finalmente” na mesma edição de “Notícias Magazine” escreve Zé de Bragança o seguinte:

A praia é, ontem como hoje, mais do que um destino desejado, uma convenção social. Vai-se para a praia porque toda a gente vai para a praia. Não propriamente porque se gosta. O destino balnear é escolhido por critérios de beleza, relaxamento e sossego [era bom se assim fosse, acrescento eu…], mas em função da moda que no momento impera em cada estrato social. A baixa classe média, do metalúrgico ao dono de retrosaria, opta pela Quarteira; os professores, escrivães e gerentes bancários acantonam-se em Montegordo; a gente bem, pretensamente bem, com aspirações ao estatuto e respectivos apêndices plantam-se no Ancão. E por aí fora, num et cetera tão longo quanto o número de praias que bordam a orla marítima portuguesa. Em cada uma destas grandes superfícies de corpos seminus encontramos as mesmas pessoas com que nos relacionamos durante o ano inteiro. Com uma diferença, geralmente desagradável: estão despidas.

Confesso que, amante de praias desertas, ou quase, e mesmo assim pouco e sobretudo sem paciência para “socialites”, ainda menos na praia, achei este texto fantástico.