Sábado, Maio 13, 2006

PODEM ENCONTRAR-ME AQUI

http://reverentia-lusa.blogspot.com/

Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006

SUSPENSÃO

Decidiu a Comissão Política Nacional do PNR, na sua última reunião em que não estive presente, face a alguns desacertos (determinados na maior parte dos casos por excesso de empenho e generosidade) de actuação de alguns núcleos do Partido, suspender os mesmos até que para eles seja devidamente estabelecida uma regulamentação e código de actuação.
Estou certo que, como Secretário-Geral do PNR não me seria exigido ao Santarém-Nacional (que nasceu nas legislativas para promover o PNR no distrito de Santarém), que ditasse a sua auto-suspensão. Mas sou assim. Não há nem deve haver pessoas acima da lei, neste caso das normas do Partido que represento. Por isso até decisão contrária, este espaço, encerra as portas (esperemos que temporariamente), prometendo voltar ao seu combate pelo PNR no distrito de Santarém (de preferência com o envolvimento de mais gente) tão breve quanto possível.
Exorto, ainda que, por respeito com esta decisão os demais blogs locais do PNR cessem (temporariamente) a sua actuação.
Quanto a este vosso camarada, se a paciência e os dotes me ajudarem maçá-los-ei num blog pessoal. Se tal acontecer disso vos darei notícia.
Humberto Nuno de Oliveira

Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006

SOLO E SANGUE... CRÓNICA DO DESACERTO...

Com pompa e circunstância, embora sem o competente Elgar, foi ontem aprovada, naquele casarão roubado aos frades de S. Bento, a nova lei da nacionalidade. Exultam os governantes, festejam as associações de estrangeiros...uma festa, própria do Carnaval que se avizinha...
Para além das reservas do "bloco de esterco" parece que também os populares se abstiveram de validar o diploma, lá terão as suas razões, seguramente um pouco melhores do que as dos folclóricos extermistas do hemicíclo...
Vejamos, então, o que é preciso para se ser "português", em seis pontos distintos para tornar a "coisa" mais clara (em itálico, no final de cada ponto, o meu comentário às alterações introduzidas):
1. Emigrantes
Os netos de portugueses nascidos no estrangeiro podem agora obter a nacionalidade. Segundo a nova lei, é concedida a “naturalização aos indivíduos nascidos no estrangeiro com pelo menos um ascendente do segundo grau da linha directa de nacionalidade portuguesa e que não tenham perdido essa nacionalidade”.
É, eventualmente, o único aspecto positivo desta alteração legislativa. Portugal, na defesa dos seus interesses, jamais deve negar àqueles que descendentes de Portugueses e não renegando a pátria-mãe pretendam deter a nacionalidade dos seus avoengos.
2. Imigrantes
Os imigrantes nascidos em Portugal, filhos de pais estrangeiros, podem passar a receber a nacionalidade portuguesa, caso um dos progenitores já resida, em situação legal, em território nacional há pelo menos cinco anos.
Defensor do jus sanguinis, considero que qualquer pressuposto baseado no solo e destituído de uma relação sanguínea jamais deve possibilitar o acesso à nacionalidade.
3. Menores
Têm direito à nacionalidade portuguesa, por naturalização, os imigrantes menores de segunda geração, que tenham nascido em Portugal, cujos pais se legalizem e estejam legais há cinco anos ou que concluam aqui o primeiro ciclo do Ensino Básico.
Idem. Mas ficamos a saber que os iletrados não podem ser portugueses...que consolo...
4. Maioridade
É atribuída a naturalização aos imigrantes de segunda geração, que tenham nascido em Portugal, quando atingirem a maioridade, desde que tenham permanecido no País nos últimos 10 anos ainda que em situação ilegal.
Esta é, verdadeiramente, a cereja no topo do bolo... Mantenham-se afastados da Polícia, SEF, e afins e apareçam aos dezoito anos...
5. Terceira Geração
Os imigrantes de terceira geração, nascidos em Portugal e filhos de estrangeiros que também já nasceram em Portugal, podem receber nacionalidade originária.
Continuação do absurdo...
6. União de facto
O estrangeiro que viva em Portugal em união de facto há mais de três anos com um português pode adquirir a nacionalidade portuguesa. Desta forma, a união de facto, judicialmente reconhecida no País, é equiparada ao casamento.
Desde que não seja um arranjo de conveniência e seja efectivamente uma união de facto, e que aqui permanecesse legalmente, parece-me que se deva equiparar, para os efeitos legais ao casamento. Mas será que os três anos não serão apenas para obter a nacionalidade?
Como tantas vezes neste blog chamei atenção estas alterações abrem caminho a um rumo suicida.
Partilho e recordo uma experiência que me marcou profundamente, há uns anos. Provindo do Japão, de barco de Hong Kong para Macau viajei com largas dezenas de portadores de passaporte igual ao meu que nem "olá" sabiam dizer...será que é isso que é ser português? São esses portugueses que pretendem os nossos governantes?
E não se poderá sequer criar uma categoria de portugueses de 1ª e 2ª?
Ser PORTUGUÊS é muito mais que um papel... claro que os que nos (des)governam o não querem admitir, para parecerem "modernos".
Substituam já o fado pelo hip-hop e a RTP pela MTV. Bana-se de vez o muito e institua-se o "bué".
Começa a ser demais... É fartar vilanagem!

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

NÃO SENDO PARTICULARMENTE FÃ...

não posso deixar de registar como particularmente pertinentes as palavras do embaixador do Irão em Lisboa, Mohammed Taheri, em entrevista à rádio Antena 1:
"A liberdade afinal termina quando se fala de Holocausto?"

Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006

REBATENDO COMENTÁRIOS... CARTA A UM EX-CAMARADA

No seu blog, o meu colega de faculdade e ex-camarada (posto que se afirma afastado da política activa e do nacionalismo onde ardentemente militou) Miguel Castelo Branco , não obstante afirmar amiúde nada pretender contribuir para o campo sociologicamente e tradicionalmente designado de "direita", por ao chegar à sua idade se ter remetido a uma espécie de monaquismo urbano (decisão que é sua e que, naturalmente, deve ser respeitada) não resiste (o "bichinho" da política é terrível, ainda que o não queira reconhecer...), igualmente amiúde, a opinar sobre algo de que, por moto próprio, se afastou.
Revisitas Miguel, num post recente, o nosso saudoso Rodrigo Emílio para a ele ires recolher três problemas que nos assolavam: "a Direita portuguesa padece de três taras atávicas: a tara moralona, a tara jurídica e a tara autoritária". Para concluires que "o vulgo que se reivindica «de direita» tem uma inclinação incontrolável para o psitacismo [Trata-se de uma perturbação psiquíca que consiste em repetir as palavras sem ter em mente as ideias por elas representadas. Na realidade, Miguel, possuidor de elevada cultura, sempre tiveste tendência para o uso de palavras que os teus leitores/ouvintes nem sempre entendem, aqui fica o esclarecimento para que possa ser entendido] dos «valores», uma reverência quase supersticiosa perante a «lei» e uma adoração servil pela autoridade."
Parece, porém, que na tua vontade de zurzir o pau (desculpa-me esta reminiscência das polémicas sergianas...) contra com quem acamaradaste (como dizia o nosso Rodrigo Emílio), confundes a tara moralona do Rodrigo com os teus «valores» e daí equiparas-nos a todos a sacristães e a mim, em particular, a quem a LEI e o AUTORISTARISMO agradam, de causídico e homem de cajado.
Ora francamente Miguel, não fora a tua fúria contra o "nacionalismo", que não sei bem de onde provirá..., e saberias bem que são coisas bem diferentes. Não podes nem deves tomar "a nuvem por Juno", como bem sabes. Já no teu tempo de militância nacionalista tantas vezes abundavam os truísmos (tantas vezes teus e meus) e falhavam o pensamento e a criatividade... que, no nosso saber e boa vontade, tentávamos ultrapassar.
Quanto à quase "total ausência de humor", conheces-me e sabes o que penso sobre o assunto, mas decididamente não me parece que devam ser os blogs nacionalistas o local exacto para tais manifestações. Quanto às ousadias de erotismo igualmente me parece, a existirem, não deverem ter aí lugar. Mas isso digo eu que, embora ache que não, se calhar sou um moralão... Moralão não serei, seguramente, mas prezo como bem sabes os VALORES e sem eles, caro Miguel, nada nos distinguirá dos demais animais.
De qualquer modo as críticas são sempre fáceis, o mais complicado é fazer... mas dessa tarefa quiseste tu demitir-te.
Um abraço

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006

POBRE EÇA...

Abalado por mais um desaire do meu Benfica (não é de facto este o motivo, mas seja-me permitido como liberdade literária...) repousei nos braços, não de morfeu mas da minha mulher o que para mim é uma muito vantajosa troca, e por expedita e diligente intervenção do meu filho usei a tarde de ontem para uma "Tarde de cinema". Caseiro, claro está, que a crise e a infestação de nefandos hábitos americanos cada vez mais me afastam das ruminantes salas de cinema...
Ninguém, parece-me, terá deixado de ler ou ouvir as mais fantásticas referências ao, médias dixit, mais visto filme português de sempre - O Crime do Padre Amaro.
Sabem os meus leitores que não sou católico, talvez não saibam, mas ficam agora informados que, tirando "A Cidade e as Serras" e a "Relíquia", dificilmente me posso considerar um cultor do Eça, embora, naturalmente, lhe reconheça o génio e a qualidade. Mas sempre me incomodou aquela pontinha de estrangeirado...
O filme que vi, ter-me-ia desapontado se, tal como o Senhor dos Passos, não estivesse sempre com um pé atrás relativamente ao cinema português...
Um primeiro aspecto é o de que, ou aquela não é a minha terra ou, de facto, sou eu que ando a mais neste mundo... Que gente é aquela??? Que necessidade há de dar como imagem, quase generalizada, a de um mundo marginal embalado aos sons e hábitos de quem bem ali se atesta. Que Portugal é aquele?
Não sendo católico, como já disse, chocou-me a imagem dos sacerdotes ali representados. Serão todos os sacerdotes, como pela amostragem da película se demonstra, devassos, verdadeiros lobos que outra motivação não possuem que a de "comer" as suas paroquianas (perdoem-me a liberdade de linguagem, mas parece não possuir malefícios de maior face ao fluxo de palavrões empregues habitualmente no cinema português...)? Não havererá sacerdotes que acreditam no seu compromisso com a igreja e que o escolham por vocação?
Irão, como se atesta no filme, as paroquianas às igrejas apenas na esperança de serem repasto carnal para aqueles faunos de batina?
Terá tanto coisa que é desviante de ser apresentada como normal e desejável?
Francamente, a mente de quem assim assassina a obra homónima de Eça deve andar mesmo carente de consolo, talvez mesmo do espiritual de que tanto escarnece...
As mulheres descritas raiam todas pelo diapasão de meretrizes... Serão todas as mulheres que convivem com o realizador apenas isso? Penso, e quero crer, que se trata apenas de uma imagem distorcida, como tantas outras que povoam este nosso País.
O filme é uma abjecção e o pior é que o pobre do Eça deve estar a dar voltas na tumba...
Que saudades do "Pátio das Cantigas"...
A menos que tudo se resuma aos dotes físicos da protagonista... rapariga tem bom porte, é verdade, a sensualidade impera ... mas se assim é, se o sucesso do filme a tal se resume que mal andam os portugueses e as portuguesas...
Como diziam o António Mourão..."oh tempo volta para trás...".

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Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

AINDA O REGICÍDIO - EVOCANDO D. CARLOS

Com dois dias de atraso não quero, porém, deixar de evocar, num texto (porventura demasiado extenso) a memória do Rei D. Carlos e o bárbaro assassinato que o vitimou.
É verdade que nestes 98 anos o país mudou profundamente, para pior sem dúvida, mas o que importa recuperar é a memória desse excelente Rei e colocar na galeria dos criminosos da Pátria os infames assassinos que foram, durante tantos anos, alcandorados ao lugar de heróis.
D. Carlos viveu e governou num período conturbado, de, tal como agora, mesquinhas disputas partidárias, de homens desprovidos de ideais, em suma de politiqueiros de mentalidade liliputiana, incapazes de pensarem em Portugal. E ser contra esse status quo, foi a grande virtude de D. Carlos. Infelizmente os seus esforços, sempre norteados por um claro nacionalismo, foram grandes demais para o aviltamento do seu tempo, marcado pela desordem, pelos interesses seguramente anti-nacionais. Como já alguém referiu um verdadeiro período de loucura colectiva e de subversão de valores. A atração pelo abismo comandava os desígnios de tantos e nem mesmo os avisos de alguns puderam pôr cobro à voragem de destruição (e que seria completamente alcançada 66 anos depois...), à ambição de caciques, à manutenção de clientelas à extensíssima distribuição de benesses.
D. Carlos, trabalhador, cientista, homem bom, bom condutor da política externa (conseguira mesmo expandir o Império, em tempo de profunda crise), foi assassinado porque, qual visionário, sonhou transformar o País decadente, numa realidade pujante. Tal custou-lhe a morte às mãos de algozes defensores de interesses contrários. Como bem disse António Sardinha foi o Rei D. Carlos, um "antecipado", e por isso foi assassinado, para que a desordem e a mediocridade pudessem continuar a campear.
Mas a sua Memória jamais será apagada pelos anos, ao invés a sua grandeza eleva-se com velocidade superior à das balas infames e traiçoeiras que o vitimaram naquela tarde fria de 1 de Fevereiro de 1908. O seu grandioso projecto, que era o de Portugal, caiu prostrado naquela esquina do Terreiro do Paço às mãos sanguinolentas e infames de interesses internacionalistas e maçónicos. Interesses infames ainda não expiados na nossa época e sobretudo mais graves porquanto ainda hoje Portugal paga bem caro esse drama, essa tragédia da História Pátria.

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006

PENSAMENTO POLITICAMENTE INCORRECTO... OU A PROPÓSITO DOS ÓSCARES

Que saudades de quando os filmes de Cowboys eram normais...

MACAQUICES...

A propósito do tema da moda nos últimos dias, diz o moderno e insuspeito diccionário da Academia das Ciências de Lisboa (o tal onde até consta "bué" que é palavra que jamais utilizo...):
Casamento - União matrimonial, celebrada perante a lei entre duas pessoas de sexos diferentes que passam a constituir uma família;
Há dúvidas sobre o entendimento a dar à coisa ???

ESTREIA

Estreia hoje, com o "susuru" costumeiro das ocasiões, o filme "Munique" de um conhecido realizador, do qual (por motivos que bem sei...) não sou cliente.
Aos mais novos e a todos aqueles que vão dar dinheiro para a "coisa" que vejam pelo menos, a lição fundamental do filme, como actua o Estado mais terrorista do mundo no combate ao terrorismo...
E mais não escrevo que com as leis que para aí andam a aprovar... ainda me prendem...

Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006

NAS COSTAS DOS PORTUGUESES...

Quando da 6ª revisão constitucional, por acordo entre PSD e PS, pasmem-se os que ainda se derem ao trabalho(e sobretudo aqueles que acham que esses partidos verdadeiramente representam os Portugueses), foram introduzidas no número 2 do artigo 13º duas singelas palavrinhas que irão obrigar, num futuro não muito distante, os portugueses a serem confrontados com escolhas que não subscrevem.
Escrevo, como aliás já tantas vezes publicamente afirmei, que nada tenho contra os homossessuais de per si, mas jamais posso reconhecer a sua opção como normal. A normalidade é una, não plural.
Por isso a porta aberta com a alteração da "orientação sexual" ainda irá trazer muitos dissabores aos portugueses.
O projecto do "berloque" já aí está e a JS prepara o seu...
Esperemos.
Como bem se recordam, até ao momento o PNR foi o único partido a denunciar esta tão "pequena" e subreptícia alteração do artigo 13º.
Para que conste!

DA CRÓNICA SEMANAL DE CÉSAR DAS NEVES

Nem sempre concordo com as posições do controverso professor católico, João César das Neves, mas esta semana por a considerar particularmente importante, "roubo-lhe" o excerto seguinte:
(...) A liberdade exige que cada um possa ter a vida que quiser. Mas não força a que todos achem que todas as alternativas são equivalentes; tal como a liberdade religiosa não exige que se ensinem nas escolas as teorias de qualquer seita. Uma pessoa, em liberdade, tem o direito de pensar que a homossexualidade é uma depravação, tal como pode achar que o criacionismo não é ciência. Isso, em si, não significa homofobia e intolerância, desde que não persiga os que pensam de forma diferente da sua. Pelo contrário, é o Parlamento Europeu que, ao consagrar na lei geral a posição abstrusa, viola a liberdade.

Não é discriminação tratar de forma diferente aquilo que é diferente. Os activistas pensam que a homossexualidade é igual ao casamento, tal como os criacionistas acham que o Génesis é ciência. Mas as relações homossexuais, tal como a promiscuidade, incesto, pedofilia e bestialidade, nunca foram consideradas equivalentes à família, até nas sociedades antigas que as tinham como correntes.

Os benefícios que o Estado concede à família, célula-base da sociedade, não são direitos individuais ou simples manifestação do amor mútuo. Eles provêm dos enormes benefícios que a comunidade humana recebe da solidez familiar, no nascimento de bebés, educação dos jovens, trabalho, estabilidade emocional, amparo de idosos. Esses benefícios não podem ser estendidos a qualquer outra relação, só porque alguém a considere igual.

O Parlamento Europeu não é para levar a sério. Ao tentar impor dogmas alheios a toda a legislação dos países civilizados, ao acusar de violação de direitos humanos todas as sociedades modernas, só se desprestigia a si mesmo.

SÓ MUDOU MESMO A COR DO CARTÃO...

Basta atentar na capa de ontem de "O Diabo" para percebermos como mudou o país sob a (des)governação socialista...
Ora vejam lá estes três títulos:
- "O Banco de Portugal é dos mais despesistas da Europa";
- "Fisco investiga gestores públicos";
- "Pensões de luxo para altos funcionários do Estado".
E ainda há quem se atreva a sugerir que tudo se manteve na mesma... francamente.
Na próxima oportunidade não se esqueçam... votem na mesma pandilha... esta ou a outra, como fica provado é exactamente a mesma...

Segunda-feira, Janeiro 30, 2006

NÓS NÃO ESQUECEMOS...

Conforme prometido nós não esquecemos os nossos compatriotas assassinados na África do Sul. Sábado, algumas centenas de portugueses (poucas, é verdade) lembraram a cobardia e a inacção dos governantes de Portugal.
A Alameda D. AFonso Henriques cobriu-se de cruzes em memória daqueles que tombaram naquelas paragens meridionais.


É certo que, no neo-logismo que a Portugvesa já aportou ao Nacionalismo português, existiram, ainda muitos manifestantes de sofá. Mas como costumo dizer só fizeram falta os que tiveram coragem para dar a cara, esquecer o comodismo e suportar as adversidades do clima.


O discurso do nosso Presidente, não poupou certeiras críticas a Sampaio "o Presidente de todos os imigrantes", nem aos sucessivos governos que se demitem das suas mais elementares obrigações.


Com o mais elevado civismo encerrámos este acto patriótico com um minuto de silêncio, em que do meio das cruzes cravadas no terreno se elevou o fumo vermelho evocativo do sangue derramado, a que se seguiu a entoação da "Portuguesa".

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Sábado, Janeiro 28, 2006

É LOGO À TARDE...

Apesar do quase total bloqueio da comunicação social às nossas iniciativas (tal como um cronista do sistema já havia preconizado no "Público" após a última manifestação contra o lóbi gay), lá estaremos na Alameda D. Afonso Henriques, para gritar bem alto as verdades que os outros pretendem silenciar.
É contigo, Português, que sentes como nós as afrontas destes políticos corruptos que contamos. Junta a tua à nossa voz em defesa dos nossos compatriotas e contra a inação, apatia e cobardia dos que nos (des)governam.
Não faltes!
O PNR precisa da tua voz!
Portugal precisa da tua voz!

Sexta-feira, Janeiro 27, 2006

É AMANHÃ... NÃO FALTES!!!


MANIFESTAÇÃO PELAS 15.ooh NA ALAMEDA D. AFONSO HENRIQUES


NÃO FALTES. AQUELES QUE DÃO VOZ À REVOLTA SENTIDA PELOS PORTUGUESES QUE TANTOS PRETENDEM ABAFAR, ESPERAM POR TI!!!

Quarta-feira, Janeiro 25, 2006

MANIFESTAÇÃO EM MEMÓRIA DOS PORTUGUESES MORTOS NA ÁFRICA DO SUL

Segunda-feira, Janeiro 23, 2006

RESCALDO DAS ELEIÇÕES

Concorreram 6 candidatos de esquerda.
O menos mau foi o menos votado.
Ganhou um tecnocrata já bem conhecido (eu pelo menos ainda não me esqueci dos tempos do "cavaquistão", embora muitos dos meus concidadãos sim...) do qual nada de bom podemos esperar.
O marocas perdeu para o Alegre... é indiferente mas dá um certo gozo.
O Anacleto, infelizmente, conseguiu mais que os 5%... esteve quase a não chegar... isso é que seria giro...

Sexta-feira, Janeiro 20, 2006

ANIVERSÁRIO

Pois é... quase sem me aperceber passou um ano desde que abri este blog. Estavamos então, em plena campanha para as legislativas e o meu velho camarada e amigo Pedro João, ao receber um texto meu para o seu blog me disse: "Oh Humberto Nuno, porque não abres um blog", ripostei-lhe que nada sabia do assunto (e, verdadeiramente, ainda não sei...), mas lá me exortou e assessorou e a "coisa" apareceu. A ele, pois o meu principal agradecimento.
Palavras ainda de agradecimento para todos aqueles que, ao longo deste ano, enviaram sugestões e comentários (mesmo os menos próprios ou decentes que, a toda a hora, me servem para relembrar quão enganado estava o Rousseau...), para o blogs amigos mais antigos e em particular ao Nuno Portugal pelas mudanças que recentemente me ajudou a fazer aqui na casa.
Balanço não o devo nem quero fazer, outros que o façam se encontrarem motivos para tal. O único balanço a fazer é o de que Portugal está bem pior do que estava há um ano atrás e tal é uma constatação que não gostaria de ter de fazer.

Quinta-feira, Janeiro 19, 2006

NOTAS SOLTAS IX

Choque Tecnológico - Seguindo a atávica tendência nacional de que o ensino é algo dispensável, para não dizer quase desprezível, o nosso anedótico (des)governo revela que um seu ministro se opõe à instalação de um polo do MIT entre nós. Como estamos, a nível da educação, na cauda da Europa, não parece importar pois a instalação em Portugal desse núcleo de excelência da Universidade de Harvard... o mais grave é que esta burrice parece ser mesmo uma Gaguice...

3ª revelação - É o terceiro grande investimento estrangeiro anunciado para o nosso país esta semana pelo nosso (des)governo que assim parece acordar da crise em que ainda mais nos mergulhou... A serem exactamente como anunciadas seriam boas notícias, é evidente. O mal é que sabemos que hoje é o grande capital e as grandes empresas (e não os Estados) que determinam as localizações dos seus investimentos e no caso da IKEA, o nosso Sócrates ofereceu "melhores condições" daquelas apresentadas pela Espanha e pela França. Esperemos que para o país seja mesmo uma mais valia... é que como se diz... quem muito se baixa... E como ainda sem o negócio firmado já o afirmou publicamente agora ainda mais está nas mãos dos suecos... a ver vamos.

Quarta-feira, Janeiro 18, 2006

PARA RIR...

Não fora tão tristemente verdade...

Terça-feira, Janeiro 17, 2006

MAIS MIGALHAS...

Para compreensão do título, ver "Pobre Maria...Tristes Governantes". E continuam os escandalos. Para os de sempre os sacrifícios, que pedem ao comum dos portugueses, não existem. Ora leiam lá mais este mimo recebido por e-mail, não esquecendo que, é apenas mais uma migalha...:

Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.

A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril, e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

Segunda-feira, Janeiro 16, 2006

NOTAS SOLTAS VIII (Acho eu...)

Há já bastante tempo que não alinhavava umas Notas Soltas, aqui vão as oitavas, acho eu...
ATÉ N' "O DIABO" - Penso que muitos dos meus leitores, tal como eu, não possuem particular paciência para os denominados, para não usar o anglicismo, fazedores de opinião. Salvava-se, até há última edição "O Diabo", onde escreviam, colunistas consagrados, daqueles a que o sistema não quer dar voz. Surpreendeu-me assim a presença de Vasco Rato (homem do sistema que já nos atormenta na TV, e em tantos outros jornais) a defender o assassino Ariel Sharon (que contrariamente ao que diz não é apenas criticado pela esquerda mas tão apenas por quem não faça um emprego selectivo da memória), a política sionista e o seu grande irmão americano (resquícios da juventude, ele que foi emigrante no Canadá...?).
Trata-se como sabem, de um pensador do PSD, que a poder mandar proibiria o nosso partido... Mais um democrata, já se vê...
A PROPÓSITO - Consegui ir este fim-de-semana ao cinema. Raro prazer nos tempos que correm... e com os bilhetes a semelhantes preços. Adiante. Fui ver o "Jarhead", traduzido entre nós por "Máquina Zero". Bom filme e boa crítica à boçalidade americana. Realmente como pode semelhante gente ganhar guerras? Erros crassos militares, ganzas, rap e companhia, álcool e eis o soldado americano. De elite, ainda por cima... como será a tropa regular???
Grande lição: a absoluta inutilidade da presença americana no Iraque logo na 1ª Guerra do Golfo.
P.S. - não é de admirar no país onde ainda hoje o reverendo Mummert (Dover, USA) explica a não existência de dinossáurios porque "a arca de Noé não era suficientemente grande", 53% (sondagem Gallup) acham que a espécie humana foi criada directamente por deus em apenas seis dias e o seu presidente declarou, no passado 2 de Agosto, que apoia a teoria de origem divina da vida devendo a mesma ser ensinada ao mesmo nível da teoria científica de Darwin, verdadeiro émulo do bispo Samuel Wilberforce do século XIX. Como diriam os "américas" nos filmes " I rest my case".

Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

A CEGUEIRA DOS (DES)GOVERNANTES

Apesar do manifesto aumento da criminalidade, um pouco por todo o país, a cegueira dos que mandam, manda encerrar a esquadra de uma das maiores cidades do Ribatejo: Torres Novas (onde aliás existe a Escola Prática da P.S.P.).
À população de Torres Novas manifestamos a nossa solidariedade e o desejo de que tão estúpida decisão não vá avante.